segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Certezas absolutas x Imaturidade


Tenho tido a oportunidade de conhecer alguns adolescentes que por terem passado por alguma experiência considerada um “trauma” por eles, formam opiniões muito convictas sobre determinadas situações.  Se iniciam um relacionamento, aquele é o “amor” mais profundo e inabalável de todos. Mas se esse “amor” termina, geralmente em um período curto, a raiva, indiretas e citações convictas  povoam as redes sociais. Se passaram por alguma dificuldade com um amigo, professor, pais ou qualquer outra pessoa, imediatamente formam opiniões absolutas e “irreversíveis” sobre aquela pessoa ou experiência. Se tornam experts em determinado assunto, sem ao menos ter idade para ter vivenciado tal situação.
Esses adolescentes são prematuros em suas atitudes e pensamentos. Eles têm acesso as todos os tipos de informações muito cedo, o que deveria ser limitado é liberado e o que é liberado se limita
.
A ausência dos pais torna cada vez mais presente as sessões com psicólogo e psiquiatra, e as bebidas e drogas. E é nesse quadro que vejo meninos e meninas de 15, 16, 17 e poucos anos tendo as mais absolutas certezas do mundo. Eles acreditam que seus quadros emocionais são irreversíveis, que os "traumas" sofridos são o exemplo e o destino de suas vidas e acabam se fechando para qualquer experiência nova. Suas experiências se baseiam em muito pouco, ou no que os outros lhe oferecem de uma maneira muito rasa, vivem de migalhas emocionais. 
Não quero aqui fazer um  discurso moralista, pois eu mesmo passei por momentos em que minha certezas eram tão absolutas que eu nem me preocupava em buscar outras opiniões. Mas o que eu percebo é que esses meninos e meninas são prematuros em tudo, e por mais contraditório que seja, se tornam imaturos. Quanto mais o tempo passa, a única coisa que me parece certa é que a dúvida sempre vai permear minha mente, e isso parece essencial no processo de formação do pensamento.

Sendo maduro ou não, me faço preocupado com essa geração prematura e imatura. 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O que são pensamentos mortais?

Pensando morte, gerando vida! 

Todos nós somos dotados de uma capacidade nata de pensar. É o pensamento que nos diferencia de outros animais, e é por meio dele que conquistamos avanços e as mais absurdas banalidades. Nesse exato momento você que esta lendo meu texto deve estar pensando em diversas coisas, que mesmo estando em sua mente ao mesmo tempo e até em conflito elas não se excluem. Pois é dai que surge a minha ideia em fazer um blog sobre pensamentos. Mas nada de filosofia chata e limitada, tenho por objetivo mostrar através desses pensamentos algo que lhe ofereça uma novidade, algo que lhe faça pensar e ao mesmo tempo ver as coisas de outra forma. Difícil não? Meu principal objetivo é que esses pensamentos gere VIDA em quem lê, por isso a ideia de "pensamentos mortais". 

Contraditório falar de morte e querer gerar vida? Pense em uma grande arvore. Pois bem para que ela fosse de grande estatura foi preciso que uma pequena semente fosse morta, germinada  e posteriormente desse vida. A nossa vida também é assim, por isso a ideia de "plantar pensamentos mortais", pois é através deles que morremos para as velhas ideias e nascemos para o que é novo! Cristo é o maior exemplo de pensador mortal. Ele morreu, ressuscitou, foi aos seus e seus pensamentos geram vida até os nossos dias.

É esse nosso objetivo morrer para o velho para que o novo de Cristo tenha liberdade de gerar VIDA em nós! Seja bem vindo!